#beatles.

O site oficial dos Beatles vai disponibilizar documentários sobre os discos da banda apresentados pelo George Martin. O primeiro é sobre REVOLVER e já está disponível. Corre e assista, pois vale a pena.
#thebeautifullie.
Eu sei que essas coisas de amor à primeira vista só acontece em novela, mas venho informa-los que acabou de ocorrer com a minha pessoa. Eu e esse seriado, esse seriado e eu, rolou uma química histórica ok?
“A Beautiful life conta a história de um grupo de manequins que lutam pelos holofotes da fama e do sucesso numa Nova York muito competitiva. Raina Collins e Chris Andrews são os novatos que chegam à cidade. Depois de arrasar no desfile de Zac Posen, Raina ofusca por completo Sonja, uma modelo que esteve fora do pais por razões desconhecidas e que agora está desesperada para recuperar o seu lugar como rainha das Top models. Do outro lado da fama está Chris, um modelo iniciante cujo inexperiência quase lhe custa o fim da sua curta carreira. Raina ajuda-o e mostra como trabalhar e posar para as camaras, acabando por levar Chris para a “residência dos manequins”, onde vive Issac, Egan e Kai, o modelo popular do momento. Na mesma noite, numa festa privada, Chris fica encantando com a humildade e generosidade de Raina, quando esta diz não a um trabalho só para ajudar Sonja a recuperar a sua carreira. Mas depois de um incidente infeliz … conseguirão Chris e os seus colegas manequins sobreviverem no mundo de excessos da Moda? Ainda não se sabe se esta série, produzida por Ashton Kutcher, conseguirá atrair um número razoável de espectadores … mas ficaremos a saber já em Setembro na CW.”
veja a promo aqui.
#mtvmovieawards2009
Hoje, dia 31 de maio, na Universal City, Califórnia, e apresentado pela estrela do Saturday Night Live Andy Samberg! É o MTV Movie Awards! Estamos em 2009 e, com a Pipoca Dourada sendo disputada em categorias tão pouco convencionais como “Melhor Beijo”, Melhor Vilão” e “Momento ‘Que Porra é Essa?’”, a premiação promete muitos momentos apoteóticos, shows inesquecíveis (incluindo a volta do senhor Slim Shady, Eminem) e as mais queridas paródias de filmes do planeta. Sem esquecer que esse ano todos indicados e vencedores são escolhidos pela audiência.
#shithappenssusan.
A escocesa Susan Boyle perdeu a final do programa de calouros Britain’s Got Talent, neste sábado, para o grupo de dança de rua Diversity. Boyle ficou com o segundo lugar e parecia muito nervosa antes do anúncio do resultado. Quando descobriu que não tinha sido a vencedora do prêmio de 100 mil libras (equivalente a aproximadamente R$ 320 mil) e da oportunidade de seapresentar diante da Rainha, Boyle parabenizou o grupo Diversity e disse que eles eram “divertidos”. Ela também fez caras e bocas e levantou um pouco a saia, mostrando as pernas para as câmeras. A companhia de dança de rua Diversity tem dez integrantes e vem de Essex, no leste da Inglaterra. Os dançarinos, de várias idades, se jogaram no chão e choraram quando descobriram que tinham ficado com o primeiro lugar. Um deles, Ashley Banjo, disse que a competição tinha mudado as vidas deles. Mais cedo, a apresentação final de Boyle fez a plateia aplaudir de pé e rendeu elogios dos jurados. Ela voltou a cantar a música I Dreamed a Dream, do musical Les Miserables. A canção é a mesma de sua primeira aparição no programa britânico que,há menos de dois meses, tornou-se um dos vídeos mais vistos na históriano site YouTube e fez Boyle ficar famosa no mundo inteiro. O jornalista PiersMorgan, um dos jurados do programa, deixou a imparcialidade de lado depois de sua apresentação e disse que Boyle merecia ganhar o prêmio, mas a declaração não foi suficiente para convencer os telespectadores britânicos, que acabaram dando mais votos para os dançarinos do Diversity. Durante a semana, os produtores de Britain’s Got Talent negaram boatos de que Boyle seria cortada do programa porque não estaria lidando bem com a pressão da fama repentina. Piers Morgan disse que Susan Boyle estava tendo problemas para lidar com toda a atenção que vem recebendo e que pensou em deixar a competição para fugir das câmeras. Boyle foi levada para “um local isolado” logo antes da final deste sábado e uma porta-voz do programa disse que ela só queria “se concentrar em sua apresentação” e que “o bem-estar dos concorrentes é a prioridade número um” do canal ITV. Logo após a apresentação deste sábado, Boyle disse que “valeu a pena” suportar toda a pressão e as manchetes negativas nos tabloides britânicos. O vídeo da final se encontra aqui
#[EP]“Titans”,Voodoo Chilli

Então, o Denis falou do DJ/produtor inglês Joshua Harvey, a.k.a. Hervé, a.k.a Voodoo Chilli – e mais um monte de outros a.k.a.s – aqui, e eu fiz um comentário sobre o cara no mesmo post. Então, não vou perder muito tempo falando dele. O Titans EP é uma das melhores coisas que eu ouvi esse ano – pra falar a verdade, uma das faixas – “Get On Down“, que é um funky-house do inferno, quebradão, safado e sujo, matador mesmo. O problema é que a música gruda de um jeito que tu passa uma semana assobiando ou cantando o refrão fácil, de tão pegajosa que é. Mas tou quase jogando ela de volta no meu MP3… é daquelas pra sair da pista pingando. Bom, ouve aí e tenta ficar parado…
(via innewmusicwetrust)
#copacabanaclub<3

Curitiba é hoje um dos principais centros do bom pop-rock feito no Brasil. Vêm da capital paranaense, por exemplo, os experimentalistas ruído/mm; a complexidade sutil do combo Wandula; o folk nervoso do Bad Folk; a esperta banda new wave Sabonetes. Mas converse com um curitibano (melhor: com um roqueiro curitibano) e invariavelmente você ouvirá reclamações de como a cidade é parada, não tem nada para fazer… ”Sempre fomos assim. O povo reclama de tudo mesmo. Mas tem bastante banda rolando aqui, sim”, conta Alec Ventura, 30, multiinstrumentista do Copacabana Club, banda que sintetiza a excelente safra roqueira desenvolvida em Curitiba nos últimos anos. O Copacabana Club é o caçula da turma. Acabou de completar um ano de vida, mas nesse pouco tempo traz na bagagem o EP “King of the Night” –uma jóia composta por quatro faixas irrepreensíveis– e 17 shows –o último deles ocorrido na Funhouse, em São Paulo, em que a carismática vocalista Camila Cornelsen terminou cantando no meio do público. Junte a performance de Camila com as melodias extremamente caprichadas de músicas como “Come Back”, “Just Do It” e “It’s Us” e o resultado é uma banda dona de uma irresistível mistura de rock de garagem, synthpop e new wave. A idéia de montar uma banda surgiu de Ventura, que após tocar no extinto grupo ESS e de uma temporada em Londres (de 2001 a 2006), voltou a morar em Curitiba. Certa noite, ele encontrou Luciano Frank, um dos donos do bar James. “Queríamos fazer um som juntos. A única prioridade era que fosse algo dançante. O ESS era mais eletrônico, agora queríamos algo mais orgânico, com um baterista mesmo”, conta Ventura. Assim, surgiu o convite à baterista Claudinha Bukowski, que já havia tocado antes em banda. Em seguida, apareceu Camila, 25. “Ouvi eles conversando sobre montar uma banda. Todos eles já tinham experiência. Eu estava ao lado e disse: “Não sei tocar nada, mas quero entrar na banda”. Aí eles me convidaram para participar do primeiro ensaio. Fizeram algumas melodias e eu cantei alguma coisa em cima. E deu certo.” Para quem nunca havia cantado em público, Camila mostra uma performance de veterana: “Eu fazia balé e sapateado, então estava acostumada a dançar em frente a uma platéia”, conta. “Mas desde o nosso primeiro show essa história de ser vocalista aconteceu bem natural, sempre me senti à vontade”, diz ela, que cita Karen O., do trio nova-iorquino Yeah Yeah Yeahs, como referência. “Gosto de performance, de figurino, de maquiagem.” Primeira faixa do EP “King of the Night”, “Just Do It” é um delicioso passeio de riffs de guitarra a la Strokes e de uma new wave ensolarada. “Adoramos melodia”, afirma Ventura, que toca guitarra, sintetizador e bateria eletrônica. Sobre o lado dançante do Copacabana Club, ele explica: “Quando montamos a banda, estávamos bem influenciados pela disco, mas pelo lado mais sombrio, dark. E também pelo electropop dos anos 80. São músicas que funcionam bem na pista”, diz. “Além disso, gostamos bastante de Stevie Wonder, Stereolab, Sondre Lerche.” Na banda, Ventura é encarregado de compor as melodias e Camila, as letras. Nesse pouco tempo de vida, já tocaram em bares e casas de shows em Curitiba, além de Rio de Janeiro, Florianópolis, Santa Maria, São Paulo. Estão escalados para o Pré-Grito Rock 2009, em Porto Alegre, na semana que vem. Melodias, letras, ótima performance ao vivo… Só uma coisa parece não encaixar na banda: o nome, Copacaban Club. Copacabana? “Não tínhamos idéia de como chamar a banda, aí as meninas sugeriram Copacabana. Não sei por quê. Depois o baixista veio com o Club. Acabou ficando”, diz, rindo, Ventura. Por que ouvir? A banda parece ter um talento nato para construir melodias perfeitas, aliando guitarras de garagem e sintetizadores new wave. Dá para ouvir as excelentes “Just Do It” e “Come Back” na internet. Pop-rock do melhor feito no Brasil.
#vivalacobrawithqueen

Gente do céu! Para tudo e chama a Nasa, pela água oxigenada da Carla Perez! Acabou de vazar a música da Leightoon Meester (Blair de Gossip Girl) com o Cobra Starship. Vocês tem noção do que é isso, as duas coisas que eu tanto amo na vida juntas pela primeira vez, é demais pra mim ok? A música é pra dançar de verdade, sem rodeios, é aquele popzão de ferver quanquer um!é uma coisa de louco literalmente, os dois combinaram perfeitamente, vale muito a pena dar uma conferida no som! aqui!
“O novo cd do Cobra sai no dia 11 de Agosto nos EUA e vai ter esta música, Pete Wentz is The Only Reason We’re Famous e outras… Ah… o álbum vai se chamar “Hot Mess”.
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